13 de setembro de 2008

Gracias a la vida!


É verdade sim, quero agradecer por tudo. Explicitamente tudo, o punhado de bondade e o de maldade também. É , minha cara juro que nisso não há ironia alguma. Eu realmente quero dizer-te que tudo que me deste ou a tudo a que me condenaste me serviu de armadura ou de releitura. Valeu sim a pena! Cada ferida aberta latente que me sorriu e cada sorriso estridente que me ardeu.
Eu preciso de ti, até mesmo quando você decide me tirar tudo o tenho, eu me agarro a ti numa fé cega e completamente irracional. E quando , por algum rompante de amor , você passa a mão na minha cabeça e me mostra que há muito mais muito a ser comtemplado eu me derreto e esqueço de todas as tarde de dor e angústia que tu mesma me deste.
Eu me vendo barato, tão barato que nem sei se possuo valor algum. Porque eu te concedo esse reinado até o fim, até o meu último dia. Eu não posso me tornar descrente nunca. Mesmo quando eu entro num acordo com o mundo e decido que ele não tem jeito, eu preciso ter a consciência de que tu é uma dádiva. Dessas coisas que se denominam enigma ou dogma. Sei lá, incontestável e imensurável.
Tu, querida. Circula pelas minha veias, enche e esvazia meus pulmões. Tu mantém meu corpo vivo. E me disseram que independente da circunstância que eu me encontre, eu preciso agradecer e aproveitar cada vão momento. Eu não posso te gastar à toa. Preciso sentir teu gosto e quem sabe ás vezes te cuspir.

Ananda Sampaio***

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